Dia de Bike ao Trabalho

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Na ultima sexta dia 08/05 aconteceu o dia de Bike ao trabalho, e como já falamos aqui, a pessoal da uma incentivada para que as pessoas usem mais e mais as bicicletas no dia a dia.
Dessa vez o incentivo foi muito legal, o pessoal montou uma estande e fez um café da manhã para os ciclistas que passavam ao lado da ciclovia da Savassi, esquina das avenidas Afonso Pena e Bernardo Monteiro no período de 07h as 10h da manhã e estavam indo ao trabalho.

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Muito bacana o que o Bike Anjo vem fazendo, né?
E você, já tá pensando em pedalar um pouco mais no dia a dia?

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A Jornada Continua

Mais um dia na vida da galera do Bike Anjo, dessa vez nos fomos para um lugar diferente dos eventos que estávamos acostumados a ir. Fomos ao lançamento do livro A Bicicleta no Brasil, que aconteceu na Casa do Jornalista, no dia 07/05. O livro que foi escrito em conjunto por varias instituições em 10 capitais do Brasil, teve o capitulo sobre Belo Horizonte escrito pelo pessoal do Bike Anjo com o apoio da BH em Ciclo.

Augusto (esquerda) e Carlos (direita), alguns dos escritores do capitulo de BH.
Augusto (esquerda) e Carlos (direita), alguns dos escritores do capitulo de BH.

O livro mostra muita coisa relacionada a mobilidade urbana, o crescimento do uso da bicicleta no Brasil e focando em Belo Horizonte, mostra as varias iniciativas que estão sendo criadas para fazer com que esse numero cresça cada dia mais.

 

Eba! Hoje é dia de EBA.

Hoje, mais um domingo ensolarado, foi dia de visitar os amigos do Bike Anjo BH, aprender um pouco mais sobre o trabalho carinhoso deles e fazer o Nathan tentar andar mais um pouquinho de bike. Contando com poucos integrantes do grupo, o Nathan foi o primeiro a chegar e interagir com a galera, tanto os Bike Anjos, quanto os aprendizes de Bike. Depois o Leo e a Patricia chegaram.

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Ficamos um tempinho aguardando a lista de espera para um BIke Anjo atender o Nathan e ele começar a pedalar. E com muita facilidade, ele já saiu andando. Igual mágica. Pá, Pum, e ele aprendeu a andar de bicicleta. Pensamos que seria um pouco mais desafiador, mas deu tudo certo. E ele só deu uma queda, umazinha só, pode isso? E logo depois disso a Lizzye chegou.

A parte mais bonita foi o sorriso que ele deu quando viu que estava andando sozinho, parecia uma criança, seu sentimento de liberdade transbordava e inundava quem estava à sua volta. No final, fomos embora com um gostinho de “valeu a pena”.